Houve grandes progressos no conhecimento neurológico a partir dos séculos XIX e XX, não acompanhados inicialmente por iguais progressos na terapêutica. Isso, devido à complexidade da organização das estruturas nervosas e à pouca (ou inexistente) regeneração após lesões, acabou por criar a imagem da Neurologia como especialidade que faz diagnósticos tão precisos quanto possível mas que muito pouco beneficiam o(a) paciente.
Muito do conhecimento funcional neurológico adveio da paciente e minuciosa catalogação de sinais e sintomas pós-lesões neurológicas no que se denominou “defectologia”
| Localização da lesão | Síndrome neurológica |
|---|---|
| Núcleo rubro | Síndrome de Benedikt Síndrome de Chiray-Foix-Nicolesco Síndrome de Claude |
| Pedúnculo cerebral | Síndrome de Weber |
| Colículos | Síndrome de Nothnagel Síndrome de Parinaud |
| Tegmento pontino | Síndrome de Brissaud Síndrome de Foville Síndrome de Gasperini Síndrome de Millard-Gubler Síndrome de Raymond-Céstan |
| Junção bulbopontina | Síndrome de Babinski-Nageotte |
| Região medial do bulbo | Síndrome de Spiller |
| Região dorsolateral do bulbo | Síndrome de Wallenberg |
| Região lateral do bulbo | Síndrome de Avellis Síndrome de Céstan-Chenalis Síndrome de Schmidt Síndrome de Tapia Síndrome de Vernet |
| Região inferior do bulbo | Síndrome de Jackson |
Bibliografia:
Campbell, William; Barohn, Richard J. DeJong’s The Neurologic Examination. 8th ed. LWW, 2019.